
O CEO Lucio Winck destaca que, nos parques da Disney e Universal, a criação de mundos imersivos envolve uma série de decisões arquitetônicas que fazem com que os visitantes se sintam transportados para universos mágicos. Esses mundos são cuidadosamente projetados e representam um reflexo da dedicação das empresas em oferecer experiências únicas, que vão muito além do simples entretenimento.
As atrações e cenários dessas duas gigantes do entretenimento são planejados para estimular todos os sentidos, desde a visão até a audição e o toque. Cada detalhe, cada estrutura, tem o objetivo de mergulhar o visitante em um ambiente familiar e mágico, onde ele se sente parte de uma outra realidade. A arquitetura, portanto, se torna um personagem à parte, essencial para o sucesso desses parques.
Como as construções influenciam a experiência dos visitantes?
O design das atrações é um dos maiores responsáveis pela experiência emocional que os visitantes têm. Quando passamos pelos portões dos castelos ou caminhamos pelas ruas de Hogwarts, somos imediatamente levados para outro mundo. Isso acontece porque a arquitetura dessas estruturas foi pensada para provocar sensações de encantamento e até de nostalgia, resgatando memórias afetivas de filmes e histórias conhecidas.

Lucio Fernandes Winck
Em parques como a Disney e Universal, as construções não são apenas cenários, mas desempenham um papel ativo na narrativa que se desenvolve durante a visita. O CEO Lucio Winck menciona que a criação de espaços que “conversam” com o público é fundamental para o sucesso dessas experiências imersivas, integrando mudanças de iluminação, sons específicos e até mesmo o movimento das estruturas para criar uma dinâmica que aumenta a sensação de estarmos vivendo dentro de uma história.
Quais elementos arquitetônicos são utilizados para criar a ilusão de magia?
Uma das técnicas mais interessantes usadas pela Disney e Universal é a manipulação da escala e da perspectiva, explica o CEO Lucio Winck. Elementos como torres e castelos, embora gigantescos, são projetados de forma a parecer ainda maiores do que realmente são. É através da redução da escala dos detalhes e a utilização de materiais que criam a ilusão de grandeza.
Elementos arquitetônicos são planejados para interagir com o espaço e a iluminação, como no caso das fachadas que mudam de aparência durante o dia e a noite. Essa mudança sutil e mágica no ambiente contribui para que o visitante sinta que está, de fato, dentro de uma história encantada. O CEO Lucio Winck pontua que essas inovações são possíveis graças à constante busca por novos materiais e técnicas de construção, o que permite que as histórias ganhem vida de formas cada vez mais realistas.
O impacto da arquitetura no futuro das atrações temáticas
Com o crescimento da tecnologia e as novas possibilidades oferecidas pela realidade aumentada e virtual, a arquitetura dos parques temáticos está se tornando ainda mais sofisticada. As novas tendências indicam que, no futuro, as experiências serão ainda mais personalizadas, permitindo que os visitantes se envolvam em histórias de uma forma única, em que a arquitetura física e digital se combinem perfeitamente.
A arquitetura é o esqueleto dos parques
A arquitetura dos parques da Disney e Universal não é apenas um pano de fundo, mas sim uma parte integrante da experiência. Cada construção, cada detalhe, é pensado para proporcionar uma viagem emocional ao visitante, transportando-o para um mundo de fantasia e encantamento. O CEO Lucio Winck aponta que, no futuro, a combinação de novas tecnologias com a arquitetura tradicional será fundamental para manter a magia viva e inovadora, garantindo que esses parques continuem sendo destinos inesquecíveis para as gerações futuras.
Autor: Yuliya Mikhailova