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Qualificação profissional no setor funerário: Além da técnica operacional? Veja neste artigo

Tiago Schietti aborda a qualificação profissional além da técnica operacional no setor funerário.
Tiago Schietti aborda a qualificação profissional além da técnica operacional no setor funerário.

Conforme analisa Tiago Schietti, a qualificação profissional no setor funerário tornou-se um fator estratégico para empresas que buscam credibilidade, segurança e diferenciação no mercado. Embora a técnica operacional seja indispensável, ela não é suficiente para atender às exigências legais, emocionais e gerenciais que envolvem esse segmento.

Neste guia, abordaremos por que a formação no setor funerário precisa ir além da execução de procedimentos, como competências comportamentais influenciam o atendimento, qual o impacto da capacitação na gestão empresarial e por que investir em qualificação é uma decisão estratégica de longo prazo.

Por que a capacitação técnica continua sendo fundamental?

A base do setor funerário está na execução correta de procedimentos como remoção, preparação, conservação e organização de cerimônias. Essas atividades exigem conhecimento técnico, cumprimento de normas sanitárias e atenção rigorosa aos protocolos vigentes.

Erros operacionais podem gerar riscos legais, sanitários e reputacionais. Por isso, treinamentos contínuos sobre legislação, biossegurança e boas práticas operacionais são indispensáveis para garantir segurança e conformidade com as exigências regulatórias.

Quais competências comportamentais são indispensáveis?

O contato com famílias enlutadas exige sensibilidade, empatia e comunicação clara, como reforça Tiago Schietti. A qualificação profissional no setor funerário precisa contemplar desenvolvimento emocional e postura ética, pois o atendimento envolve situações delicadas e emocionalmente intensas.

Setor funerário exige preparo humano e técnico, segundo Tiago Schietti.

Setor funerário exige preparo humano e técnico, segundo Tiago Schietti.

Entre as habilidades mais relevantes estão:

  • Comunicação assertiva e respeitosa;
  • Inteligência emocional;
  • Capacidade de escuta ativa;
  • Postura ética e confidencialidade;
  • Gestão de conflitos.

Como a formação em gestão impacta o crescimento da empresa?

De acordo com Tiago Schietti, além da técnica e do atendimento, a qualificação em gestão empresarial é essencial para a sustentabilidade do negócio. Planejamento financeiro, controle de custos, organização de processos e gestão de pessoas são pilares que garantem estabilidade e crescimento.

Empresas funerárias que investem na capacitação gerencial conseguem melhorar margens, otimizar operações e ampliar competitividade. A profissionalização administrativa reduz improvisos e fortalece a imagem institucional perante o mercado e órgãos reguladores.

A atualização constante é realmente necessária?

O setor funerário está em transformação. Segundo Tiago Schietti, novas exigências sanitárias, avanços tecnológicos e mudanças no comportamento do consumidor exigem atualização contínua. O que era suficiente há alguns anos pode não atender às expectativas atuais.

Cursos de aperfeiçoamento, participação em eventos técnicos e acompanhamento das mudanças normativas permitem que profissionais se mantenham preparados. A atualização constante não é custo, mas investimento em credibilidade e eficiência.

Como a qualificação influencia a percepção de valor do serviço?

O cliente percebe rapidamente quando está diante de uma equipe preparada. Atendimento organizado, informações claras e segurança na execução transmitem profissionalismo e respeito. Isso impacta diretamente a reputação da empresa.

Em um setor onde a indicação e a confiança são determinantes, a qualificação profissional torna-se diferencial competitivo. Empresas que valorizam formação demonstram compromisso com qualidade e responsabilidade social.

Quais desafios ainda existem na formação do setor?

Apesar da evolução, ainda há carência de programas estruturados e padronização na formação profissional. Em algumas regiões, o aprendizado ocorre de forma empírica, o que pode limitar a adoção de boas práticas modernas.

Para Tiago Schietti, superar esse desafio exige integração entre empresas, entidades representativas e órgãos reguladores para fortalecer a cultura de capacitação contínua. O desenvolvimento do setor depende da consolidação de padrões técnicos e comportamentais bem definidos.

O futuro do setor depende da profissionalização contínua?

A consolidação do setor funerário como atividade empresarial estruturada passa necessariamente pela qualificação de seus profissionais. A complexidade das demandas atuais exige equipes preparadas técnica, emocional e administrativamente.

Investir em formação contínua fortalece a empresa, melhora a experiência do cliente e contribui para elevar o padrão do setor como um todo. A qualificação profissional no setor funerário não é apenas um requisito operacional, mas um elemento estratégico para crescimento sustentável e reconhecimento institucional.

Autor: Yuliya Mikhailova 

 

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